Bibia be ye ye, tudo vai ficar bem no fim. Dedicada aos lindos da Jönck.
Capo 6
G Em C D
É, moreno, a tristeza me embalou
Erga a bandeira branca porque a vontade acabou
Desânimo de um sorriso que se tornou banal
Guarde os clichês bonitos para o próximo Carnaval.
De mim esperam tanto que já não sei mais esperar
A ansiedade dominou e não há como recuar
Hora de desafiar a insônia, esvaziar meu astral
Guarde os clichês bonitos para o próximo funeral.
É, morena, já não caibo mais em mim
Mas nesse desencontro deselegante encontro meu fim
E cada fim, uma viela
Fecha a porta, eu pulo a janela
Pego o isqueiro na minha ficha de besteira
Com uma risada, eu acendo uma fogueira.
Bm G D F#m
~refrão:
Sem reféns pra essa prisão
Meu lóbulo frontal do coração.
Felicidade não é questão de sublimação
É fruto de constante movimentação.
~ponte:
Às vezes, uso a bebida pra amolecer
Isso não impede o tempo de chover
Moreno, não esqueça seu violão
Morena, vamos juntas pra outra estação
Tomar um café
Velejar contra a maré...
~refrão:
Sem reféns pra essa prisão
Meu lóbulo frontal do coração.
Felicidade não é questão de sublimação
É fruto de constante movimentação.
Sem reféns pra essa prisão
Meu lóbulo frontal do coração.
Felicidade não é questão de opinião
É fruto da mais pura compaixão.
~outro:
É fruto da mais pura compaixão
Esse meu lóbulo frontal do coração...
Capo 6
G Em C D
É, moreno, a tristeza me embalou
Erga a bandeira branca porque a vontade acabou
Desânimo de um sorriso que se tornou banal
Guarde os clichês bonitos para o próximo Carnaval.
De mim esperam tanto que já não sei mais esperar
A ansiedade dominou e não há como recuar
Hora de desafiar a insônia, esvaziar meu astral
Guarde os clichês bonitos para o próximo funeral.
É, morena, já não caibo mais em mim
Mas nesse desencontro deselegante encontro meu fim
E cada fim, uma viela
Fecha a porta, eu pulo a janela
Pego o isqueiro na minha ficha de besteira
Com uma risada, eu acendo uma fogueira.
Bm G D F#m
~refrão:
Sem reféns pra essa prisão
Meu lóbulo frontal do coração.
Felicidade não é questão de sublimação
É fruto de constante movimentação.
~ponte:
Às vezes, uso a bebida pra amolecer
Isso não impede o tempo de chover
Moreno, não esqueça seu violão
Morena, vamos juntas pra outra estação
Tomar um café
Velejar contra a maré...
~refrão:
Sem reféns pra essa prisão
Meu lóbulo frontal do coração.
Felicidade não é questão de sublimação
É fruto de constante movimentação.
Sem reféns pra essa prisão
Meu lóbulo frontal do coração.
Felicidade não é questão de opinião
É fruto da mais pura compaixão.
~outro:
É fruto da mais pura compaixão
Esse meu lóbulo frontal do coração...
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