Estou escrevendo isso para tentar entender. Entender por que ele me interessa tanto. Entender como ele consegue ficar tão de bom humor na frente das pessoas e ao mesmo tempo viver em seu próprio mundo, dançando sozinho sua própria música, a cabeça nunca acompanhando os movimentos do resto do corpo. Os sorrisos ocasionais, as risadas raras que transformam seu rosto completamente. A balança mental ponderando entre levar tudo na brincadeira e ao mesmo tempo ter algo que o tira do sério, mesmo que não seja realmente uma coisa importante.
As piadas não-convencionais, porém nunca maldosas, acompanhadas de um sorriso que nunca passa despercebido. A cabeça jogada para trás e o osso do pescoço saltado quando ri, sempre das piores piadas. A imprevisibilidade das reações torna interessante assisti-las. O fato de sempre haver algo mais a descobrir, porque ele prefere se gabar de conseguir girar uma caneta que nem bastão em vez de comentar que canta e toca violão muito bem.
O olhar vagando sem rumo, o cabelo um pouco cacheado constantemente se tornando um furacão no topete. A falta de necessidade de se enturmar, mesmo que seja muito bom nisso, apesar de sua mente constantemente não estar na mesma órbita que a dos demais.
A distância que mantém das pessoas que se quebra completamente com crianças ou quando, sem motivo aparente, compartilha algo muito pessoal. O fato de não levar a si mesmo nada a sério, de estar disposto a se fazer de bobo para fazer rir ou consolar alguém. O fato de esconder tudo e revelar tanto.
Acho que entendi.
As piadas não-convencionais, porém nunca maldosas, acompanhadas de um sorriso que nunca passa despercebido. A cabeça jogada para trás e o osso do pescoço saltado quando ri, sempre das piores piadas. A imprevisibilidade das reações torna interessante assisti-las. O fato de sempre haver algo mais a descobrir, porque ele prefere se gabar de conseguir girar uma caneta que nem bastão em vez de comentar que canta e toca violão muito bem.
O olhar vagando sem rumo, o cabelo um pouco cacheado constantemente se tornando um furacão no topete. A falta de necessidade de se enturmar, mesmo que seja muito bom nisso, apesar de sua mente constantemente não estar na mesma órbita que a dos demais.
A distância que mantém das pessoas que se quebra completamente com crianças ou quando, sem motivo aparente, compartilha algo muito pessoal. O fato de não levar a si mesmo nada a sério, de estar disposto a se fazer de bobo para fazer rir ou consolar alguém. O fato de esconder tudo e revelar tanto.
Acho que entendi.
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