segunda-feira, 18 de novembro de 2013

The Last Prayer

~picking~
It feels choreographed
One step further, one step closer
My heart beats fast
Kisses a little bit shorter, a little bit longer
My heart should know best.

~pre-chorus:
That I won't give in
Don't care about my pride
I won't give up
But what is the point of crying
For a lost fight?

~chorus:
You come near, I come off
Cause once you have me, it's never enough
I wish your smile wasn't so charming
I wish I didn't feel like I were dying
Everytime you look at me
Cause I can't have you, I can't have you...

Won't ask you to stay
Cause I don't think I'm worth it
Even if you feel the same
I know deep inside you know it

We were meant to be tragic
Something that hurts because it matters
Somewhere between it became magic
And I'm keeping all the letters
I would send to Heaven
The same day you get gone
Guess it will be easy for you
But I will never be over you.
Yeah, I'll never be over
You.

~strumming~
~pre-chorus:
I won't give in
Don't care about my pride
I won't give up
But what is the point of crying
For a lost fight?

~chorus:
You come near, I come off
Cause once you have me, it's never enough
I wish your smile wasn't so charming
I wish I didn't feel like I were dying
Everytime you dither me
Cause I can't need you, I can't need you...

~bridge:
So here I am at your door
But I will not knock
Guess you didn't knock
Before getting into my heart.
Guess that's a silent goodbye
Before I lose my mind
Before you make my walls
Fall down...
Like if you haven't yet.

~picking~
~chorus:
You come near, I come off
Cause once you have me, it's never enough
I wish your smile wasn't so charming
I wish I didn't feel like I were dying
Everytime you kiss me
Cause I can't love you, I can't love you...
But... I...
Do.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Adolescentes Selvagens; Capítulo 45: Maddie

Acho que somos eu e você, então — apareci atrás de Josh depois de me certificar de que nossos mapas eram diferentes.
Ele se virou, focando seus orbes verdes em mim.
— Tudo bem, então — sorriu. E que sorriso.
Pegamos nossas metades e juntamos.
— Que tal aquela ali na beira da floresta? — sugeri, apontando para o mapa. — Deve passar despercebida pelos outros.
— Soa como um plano.
Eu ri.
— Ei, Samantha! — ele chamou quando viu Sam entrando na floresta. — Quem é sua dupla?
— Era a Barbie, mas nossos mapas são iguais... Vou me virar — ela deu de ombros e continuou andando.
— Você pode vir com a gente, se quiser.
Sam se virou. Seus olhos se intercalaram entre eu e Josh por alguns momentos.
— Não, valeu — e então voltou à floresta.
Graças a Deus.
Adentramos pela lateral.
— Então... Você tem problemas com animais, ou alguma coisa do gênero? — perguntou Josh.
Ri um pouco.
— Que tipo de pergunta é essa?
— Bem, da primeira vez em que estive aqui com uma garota, me arrependi de não ter perguntado. Não que ela fosse responder, de qualquer forma.
— Eu amo animais.
Ele suspirou, aliviado.
— Ótimo!
Estávamos passando por uma lagoa quando Josh viu algo brilhando no fundo.
Ele nem deu sinal. Só tirou a camisa e pulou na água.
Sem objeções da minha parte.
Voltou depois de alguns segundos com uma chave em uma das mãos. Seus cabelos pretos pareciam mais escuros por causa da água, o que fez com que seus olhos verdes se destacassem ainda mais. Ele afastou os fios molhados do rosto e me fitou.
— O que está esperando? — encarei-o. — Corra para o auditório!
— Não, nada disso. Somos uma dupla, vou procurar a chave com você — disse ele, deixando bem claro que não era um pedido.
Bem, sem objeções da minha parte. De novo.
Caminhamos por alguns minutos. Finalmente encontrei a tal árvore.
— Eu subo — me ofereci. — Sou mais leve. Além do mais, é minha chave.
E então escalei rapidamente e peguei a chave. Antes que pudesse descer, ouvi vozes.
— Brianna. Chave.
— Sério?
— Não, pegadinha. Ha. Ha. Ha. Claro que é sério, Loira.
Quando Luke chegou ao topo da árvore, empurrei-o com um pouco mais de força do que previra.
— Ai meu Deus, eu sinto m...
Mas ele se segurara bem. Havia se segurado em um tronco e desceu calmamente.
— ESTÁ LOUCA?! — berrou para mim, bufando.
Dei de ombros e desci, abanando a chave.
— Vamos, Josh? — fitei meu companheiro.
— Claro — ele focou o olhar em algum lugar atrás das árvores. — Estou bem atrás de você.
E então corri até o auditório.

Adolescentes Selvagens, Capítulo 44: Luke

Eu tinha uma bela coleção de Objetos Possivelmente Úteis Para Uma Caça Ao Tesouro. Canivetes, estiletes, uma pá (não pergunte), tesoura, corda, isqueiro, e por aí vai.
E agora tinha metade de um mapa, que Cory nos entregara.
Senti uma rajada de cabelos louros perto de meus ombros. Eu sempre me assustava com o quanto Brianna era alta se comparada às outras garotas da competição. Tinha perto de 1,72m ou algo do gênero.
— É diferente da minha metade — disse ela. — Precisamos nos juntar.
— Desculpe, gata, mas eu trabalho sozinho.
Ela suspirou.
— Luke, isso é SÉRIO. Esse é o objetivo. Você não pode se localizar com apenas metade de um mapa.
— É mesmo? Acha que a Sam está sem dupla?
Ela revirou os olhos.
— A metade do mapa dela é igual a sua.
— Ah, você checou? Que amor. Ou obsessão por mim. Sei lá.
— Na verdade, Maddie me disse. Falando nisso, a metade da Maddie é diferente da sua.
A ideia de ficar preso com Maddie procurando uma chave pela floresta me enjoou só de pensar. Até que Brianna não era tão ruim assim.
— Vamos logo — resmunguei e empurrei-a floresta adentro.
Na parte positiva, ela não tinha medo de floresta. Na parte negativa, achava que havia muitas outras chaves muito mais fáceis de encontrar, e que a floresta seria bem mais trabalhosa.
— Exatamente — revirei os olhos. — Os outros vão direto para essas chaves. O que quer dizer que as chaves da floresta serão nossas com certeza, não precisamos nem nos apressar tanto.
Brianna queria muito contestar. Eu podia ver nos olhos dela. Mas, por algum motivo, não o fez.
Caminhamos por um longo tempo. Brianna parou repentinamente.
— Luke.
— Sim?
Ela segurou meu pulso, me fazendo parar também.
— Eu acho que tem alguma coisa atrás daquelas árvores.
— E com "alguma coisa" você quer dizer...?
Foi quando uma cobra saiu dali.
— Certo, eu estudei isso em Biologia. Se as pupilas forem redondas, ela não é venenosa, mas se... — a voz de Brianna falhou.
A verdade é que ninguém se lembrava daquilo quando estava diante de uma cobra.
— Não é venenosa — declarei.
— Você checou a pupila?
— Você é burra ou o quê? Claro que não. Eu tinha uma dessa.
— Você... tinha uma cobra?
— É, é uma coral falsa.
— Isso não é... ilegal?
— Você vai fazer o que, Loirinha? Me denunciar?
Eu ri enquanto ela pegava um pedaço de tronco.
— A picada dela ainda dói, ok? — lembrei-a. — Abaixe isso.
Brianna me ignorou, se aproximando. E então acertou a cobra em cheio, que saiu literalmente voando.
Eu passei um longo minuto simplesmente embasbacado, de modo que ela teve que bufar e me puxar.
— Vamos dar o fora daqui!
Corremos mais ainda, até que vi algo brilhando no topo de uma das árvores.
— Brianna. Chave.
— Sério?
— Não, pegadinha. Ha. Ha. Ha. Claro que é sério, Loira — revirei os olhos e comecei a escalar a árvore.
Quando cheguei ao topo, aconteceu bem rápido.
Em um único movimento contra mim, eu estava em queda livre.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Adolescentes Selvagens; Capítulo 43: Barbie

Havia um silêncio mortal na cabana enquanto todas nós encarávamos Sam, que, por sua vez, lia calmamente
Isso foi, obviamente, só até Maddie chegar.
— VOCÊ BEIJOU JOSH EVANS!
A resposta foi um coturno passando a dois centímetros da cabeça de Maddie. Sam pegou um canivete suíço no bolso e começou a "casualmente" olhar para ele.
Maddie entendeu o recado e se sentou na própria cama, contentando-se em observá-la como o resto de nós.
Não havia sinal de Tiffany.
— Vamos mandar a loira idiota para casa. Não vamos? — perguntei às meninas, para só depois lembrar que a única ali que era da minha equipe era a Sam. — O que ela fez com a Sam foi terrível. Ela não deixou nenhuma escolha.
— Exatamente, por isso ela beijou o Josh — Brianna completou.
— O quê?! — Sam franziu o cenho.
— Para validar a música da Tiffany e dar aos Quatis mais uma chance de vencer. Não foi por isso que o beijou?
Antes que Sam pudesse responder, Maddie voltou a se pronunciar:
— Vocês falam como se fosse um grande sacrifício! A Sam fica se fazendo de difícil, mas queria beijá-lo tanto quanto qualquer uma aqui!
— É claro que sim. Eu beijo muito bem — gabou-se uma voz conhecida da janela. Josh. — Oi, moças. Oi, Sam.
Sam o ignorou. Continuou lendo seu livro.
— A Sam saberia confirmar isso — resmungou Maddie.
— Maddison, vá à merda, antes que eu me esqueça. — resmungou Sam.
— Eu adoro o quão unidas vocês são — Josh sorriu.
— Como se as coisas na sua cabana também fossem uma maravilha. O valentão chutando a bunda do Cody Gêmeo em Ação e o aspirante a Troy Bolton simplesmente fingindo que nada está acontecendo, como sempre.
— Ah, sou EU que ignoro os acontecimentos?!
— Eu não disse seu nome, mas se a carapuça serviu...
— Cheiro de DR — comentei. — Ela é sempre assim?
— Não. Às vezes é pior. Mas pelo menos está falando comigo, o que já é um progresso. — Josh deu de ombros.
— Por que eu sempre esqueço de trancar essa droga de janela...? — Sam bufou. — Tchau, Josh.
— Sam.
— Não tô no clima.
— Você está tentando fazer com que eu te odeie ou o quê? Porque está falhando miseravelmente.
Em resposta, Sam fechou a janela, quase acertando a cabeça dele. Trancou. E voltou a ler como se nada tivesse acontecido.
* * *
— Vamos mandar a loira idiota para casa, não vamos? — encarei Josh quando o vi sentado na varanda da própria cabana
— Eu não tinha pensado nisso.
— Estou te fazendo pensar agora. Vamos, não é? Depois do que ela fez com a Sam... Quero dizer, você não pode deixar por isso mesmo.
Josh soltou uma pequena risada de desdém.
— O que te faz pensar que eu me importo com a Samantha?
— Você sabe que ela faria mesmo por você — encarei-o.
— Sei, é?
— Minta para mim. Tudo bem. Só não minta para si mesmo — dito isso, saí dali.
* * *
Um voto para Sam. E — pasmem — três votos para Tiffany. Meus olhos encontraram os de Josh por um momento. Ele deu de ombros e observou Sam subir no toco de árvore onde estava sentada e começar uma espécie de dança da vitória enquanto cantarolava uma sequência de insultos a Tiffany.
Pelo menos alguém estava se divertindo.
Sam correu com a mala de sapatos de Tiffany e jogou-a no mar. Depois soltou um riso maligno e voltou a sentar-se.
Demos um high-five. Cara, eu adorava aquela garota.
— SUA... SUA... ARGH! VOCÊS VÃO PAGAR! Principalmente você — Tiffany estreitou os olhos, apontando para Sam.
— Pode vir, Beverly Hills contra Connecticut! Não mexa com o sul — Sam soltou uma risada alta e observou Tiffany sendo levada.
* * *
Num padrão Sam de ser, ela até que estava de bom humor no dia seguinte.
— Oh, bom dia, seus grandes sacos de merda! — ela nos cumprimentou no dia seguinte na mesa do refeitório, mas ao menos estava sorrindo.
— Bom dia, Price — Luke apertou a cintura dela, o que rendeu-lhe uma cotovelada no estômago.
— Da próxima vez, eu acerto mais para baixo — ameaçou ela, cerrando os dentes.
Uma Sam sorridente ainda era uma Sam altamente letal. Josh riu enquanto Luke se contorcia.
— Como se ninguém tivesse previsto isso — Josh zombou.
— Cale a boca — ela retrucou.
Uma Sam sorridente ainda era... Bem... Uma Sam.
— Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia! — Cory sorriu, falando ao microfone.
— Merda, ele está animado. Estamos ferrados — Maddie murmurou. Ela provavelmente estava certa. Não que eu fosse admitir.
— Quantos de vocês estão no último ano do colégio? — perguntou Cory.
Josh, Luke, Maddie e eu levantamos a mão. Eu não fazia muita questão de decorar, mas sabia que Luke tinha 18 anos, enquanto nós três e Brianna tínhamos 17. Sam e David tinham 16. Quão estranho era isso?
— E sabem o que tem no último ano do colégio?
— S.A.T? — deduziu Sam.
— Trotes nos calouros? — deduziu Luke.
Fez-se silêncio.
— BAAAAAAAAAAAILE! — Maddie gritou, animada.
Cory sorriu.
— Será? Não vou revelar a segunda parte do desafio. Ainda. Por enquanto... Faremos uma caça ao tesouro, meus amigos.
— Temos o que, oito anos? — Sam ergueu uma sobrancelha. — Porque eu costumava fazer isso no acampamento de verão, sabe.
— Ah, no reformatório também! Só que os magrelos idiotas procuravam um óculos ou um remédio caro para caramba de asma que havíamos escondido — Luke riu, satisfeito.
Maddie encarou-o.
— Isso foi malvado!
— Princesa, talvez eu seja malvado. Já pensou nessa possibilidade?
Maddie bufou, desviando o olhar.
— Vocês procurarão por chaves — continuou Cory. — Cada chave abre um baú, que estará no palco do auditório quando vocês a encontrarem. Dentro do baú haverá coisas que o ajudarão na segunda parte do desafio. Ou não — ele soltou uma risada alta. — No entanto, em um dos baús há um anel de ouro. É o Anel do Anjo. Quem consegui-lo será o Anjo da próxima eliminação.
— Virou Big Brother essa droga? — Sam resmungou.
— Não, nada disso. Os dois últimos a abrirem seus baús correrão risco de eliminação. Mas o Anjo, que ninguém vai saber quem é, pode salvar um deles. O outro irá para casa.
Todos gelaram, secretamente imaginando quem os salvaria caso chegassem por último. Assim como imaginando quem eles salvariam se fossem o anjo.
Comecei a fazer uma lista de prioridades em minha cabeça.
— Cada um de vocês terá metade de um mapa — disse Cory. — Há apenas um modelo de mapa, onde estão listadas todas as chaves.
— Metades iguais para todo mundo? — indagou Brianna.
— Sabia que alguém se daria conta. Mas, como tudo isso vai funcionar? Simples — ele fez uma pausa. — As equipes estão desfeitas. Agora é cada um por si.
Os murmúrios foram interrompidos pelos berros de "ALELUIA!" de Luke e Maddie.
A caça ao tesouro começaria depois do almoço. Tínhamos algum tempo para prepararmos o que quer que considerássemos útil para a tarefa, pois não poderíamos voltar ao quarto depois que a caça começasse.
— Se eu pegar metade do mapa, e você pegar uma metade diferente — propus para Sam quando saímos do refeitório. — Topa procurarmos juntas?
— Tipo uma aliança?
— É. É, tipo uma aliança. E se uma de nós duas chegar em último e a outra for o Anjo...
— Vou salvar você. Não se preocupe.
— E se tiver que escolher entre eu e Josh?
Sam escondia bem, mas eu podia ver que minha pergunta a desconcertara um pouco.
— O que está insinuando?
— Estou insinuando que vocês meio que tem um tipo de aliança, não é? Quero dizer, sempre se ajudaram nos últimos desafios.
— Eu não tenho nenhum compromisso com Joshua. Ele faz o jogo dele e eu faço o meu.
Eu sabia que ela estava tentando me convencer, e sabia que Sam era honesta.
Mas no fundo sabia que, mesmo que não fosse a intenção dela, eu tinha uma parceira que não era 100% confiável.