quinta-feira, 16 de maio de 2013

Wrong


A light in the end
I'm trying too see
The bright side of this mess
Walking down the street

My eyes can not see
I'm stuck with my feels
My heart should help me
But I'm done, still.

~chorus:
Sometimes everything is wrong
Falling down the sky
A demon looks like an angel
Your wings shine so bright
I'm building high walls on my castle
An army you won't shoot down
Escaping from this scene so tragic
Where love will never survive.

Who can I trust when my heart is poisonous?
All my thoughts so tricky, so treacherous
I'm walking down the trail, with the one that I really hail
Lost inside, wanting to be found.

You come and go, but you won't stay
Am I the one to blame?
Because that's wrong, that's imoral
If the one I care about will feel the sorrow.

~chorus:
Sometimes everything is wrong
Falling down the sky
A demon looks like an angel
Your wings shine so bright
I'm building high walls on my castle
An army you won't shoot down
Escaping from this scene so tragic
Where love will never survive.

~bridge:
Which path to choose when they all seem wrong?
Who will stay with me when everything is gone?
How can it be right, when it only causes pain?
If compared to everything, I'm sure my life feels that vain.

~chorus:
Sometimes everything is wrong
Falling down the sky
A demon looks like an angel
Your wings shine so bright
I'm building high walls on my castle
An army you won't shoot down
Escaping from this scene so tragic
Where love will never survive.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Adolescentes Selvagens; Capítulo 30: Luke


Acordei depois de algumas horas, e mesmo assim fui um dos primeiros. Estava ciente sobre a vitória de Josh, que, surpreendentemente, já estava acordado. Porém, continuava na mesma posição, pois não queria acordar Sam (que estava apoiada em seu ombro).
O capitão nos deu a tarde livre. Procurei ficar longe de Maddie, não queria estar lá quando ela descobrisse que havíamos perdido o desafio. De novo. Sentei embaixo de uma árvore e saquei o canivete no meu bolso.
— O que diabos você pretende fazer com isso? — disse uma voz atrás de mim.
Eu já estava preparando insultos para jogar em Maddie quando me deparei com Brianna.
— Ah — suspirei sem muita animação. — É você. Na realidade, eu estava prestes a vandalizar essa árvore escrevendo alguma coisa imprópria em seu tronco. Quer ajudar?
— Não, obrigada — ela franziu o cenho.
— Veio até aqui para me perguntar isso?
— Na verdade, não. Qual seu problema com David?
— O MEU problema com David? Não quer dizer o problema DELE comigo?
— Por que ele teria um problema com você?
Ergui uma sobrancelha.
— Você realmente não faz ideia?
Ela me encarou sem entender.
— Deus, você é mais loira do que eu pensava — revirei os olhos. — Se me dá licença, tenho um vandalismo para completar. Pensei em desenhar um pênis, mas estou pensando em algo um pouco mais original.
— Você tem sérios problemas.
— Digo o mesmo. Você parece uma daquelas garotas que estudam em escolas de freira. Sempre imaginei que elas fossem todas lésbicas. Isso não quer dizer que eu ache que você é lesbica, porque não acho. Pelo menos, não muito.
Ela me fitou como se eu tivesse acabado de dizer que tinha matado vinte e cinco crianças com uma corda de pular.
— Eu não sou lésbica, Luke. Quer saber, tenho mais o que fazer.
— Somos dois.
Um pouco aturdida, ela se virou e foi embora. Dei de ombros e comecei a escrever coisas no tronco da árvore.
— Ei, Luke — disse outra pessoa atrás de mim.
— É melhor que não seja ninguém para encher o saco... — viro-me e me deparo com Josh. — Ah, oi Evans. Imagino que sua namorada já tenha acordado.
Josh trocou o peso de um pé para o outro.
— Sam? Ela não é minha namorada.
— Imaginei. Garotas como ela não saem com caras como você.
Ele ergueu uma sobrancelha.
— Está irritado por minha causa?
— Nem tudo no mundo tem a ver com você e a sua namoradinha, Evans.
A expressão dele se suavizou.
— Luke...
— Não está realmente pensando em me consolar, está? Porque isso é muito gay.
Josh possuía uma expressão séria no rosto.
— Claro que não, Seaton.
— Você viu a Maddie por aí?
— Ela estava na varanda do chalé há alguns minutos.
— Hum. Parecia irritada?
Josh franziu o cenho.
— Não.
Me levantei. Estava virando para ir embora quando lembrei de algo:
— Ah, sobre a Sam: — encarei Josh. — Ela é uma boa garota. Mas não espere muito vindo dela.
— Isso é para ser um incentivo?
— Ah, sim. Adoraria vê-lo tentar.
— Eu nunca disse que queria tentar.
— Não quer?
— Não. Ela não é meu tipo.
— Essa é a desculpa mais idiota do mundo. Não existem "tipos".
— Talvez não para você.
— Como quiser, então.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Lonely


Is anybody there?
Can somebody hear me in this whole mess?
Feeling like a man lost in the sand
For too long, can't remember since when
My head feels stuck in the same place
Somewhere far away I hear my name...

~chorus:
I am lost in the silence
Stuck on a dead end road
My life was kind of lonely
Watching instead of living feels so cold
The kaleidoscope of memories spins in my head
So confused, am I mad?
Lonely I was, lonely I'll stay
But loneliness won't make the pain go away.

My heart is beating fast
Loud and empty, does that make sense?
Everything I say
Feels so stupidly vain.

I look at the face in the mirror
To the girl who's not still that little
Beauty in the pain
Looking at the empty
Stuck in a lie
When all my heroes suddenly seem to die...

~chorus~

I can see a light in the end
Maybe a civilization that for me will wait
But I'm too weak to reach it
And loneliness won't make the pain go away.

Heart (inspirada em Clace [os Instrumentos Mortais])


Once upon a time
I was so young when we met, but I felt alive
For the first time
Looked into your golden eyes
Thought I knew everything, but I was wrong.

And there you were
Pointing at everything stupid I have ever done
I didn't wanna be
Just another girl you met
When you were my everything.

~chorus:
But now everything is falling apart
I die a little bit everytime I see you smile
Cause I know I didn't cause it
Don't say our love is wrong
You said I shouldn't ask if I couldn't handle the answer, I know
But you can't deny what's in your heart.

Everywhere I go
You are there, I don't know how do you always know
Some say it's a blessing, some say it's a curse
But for you, love only hurts.

I can't help but feel guilty
Some say what I feel is imoral, but I don't feel sorrow
Even if I can't have your lips
And family is all we'll ever be
I'll stay with that.

~chorus~

Watch while I fall and know you're the reason
A new day is a new season
But I remember everything you said
How can I forget when you're the one who makes me feel that way?

We have the kind of love people write novels about
The kind that is so wrong that just can be right
Sweet dreams, please don't leave when things get hard
I'm not saying it's gonna be easy, so stay strong
Cause I know our love is worth it
If you just stay and fight.

~chorus~

Cause if it's love
You just can't deny what's in your heart.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Ninguém se importava


Não tive uma infância estável, nem sequer feliz. Achei que o ápice de minha depressão fora a adolescência, mas apenas piorou depois disso. Eu tinha quatorze anos quando aconteceu.
Justin. Ele era um bom garoto, tinha treze anos quando o conheci. Sofria de várias doenças psicológicas, principalmente depressão. Apesar de tudo, era meu melhor amigo. Ficávamos juntos vinte e quatro horas no dia, e eu o amava como nenhum outro. Como ambos sofríamos da doença, frequentemente falávamos sobre depressão, e sobre tirar nossas próprias vidas em mais de uma ocasião. Nunca achei que ele fosse realmente fazê-lo, então deixei para lá.
Bem, no outono de 2007, eu e meus pais havíamos planejado uma viagem à cidade vizinha. Em meu último dia na escola, Justin não compareceu, mas veio me ver em casa depois disso. Ele me olhou nos olhos com um medo que nunca esquecerei e disse "Eu preciso de você. Por favor, não vá". Eu o ignorei. Provavelmente disse algo como "Relaxa, eu volto em um mês, você vai ficar legal" e lhe dei as costas.
Em meu penúltimo dia de viagem, recebi uma ligação de Justin. Ele me perguntou apenas uma coisa: "Julie, existem coisas piores que a morte?". De imediato, respondi que sim. Não percebi o que ele planejava fazer. Era apenas minha resposta automática quando pensava em tudo pelo o que eu e ele havíamos passado.
No dia seguinte, recebi outra ligação do mesmo número. Mas dessa vez, não foi Justin quem falou comigo ao telefone. Foi sua mãe. Houvera um tiroteio na escola. Estavam evacuando o prédio naquele momento e ela me disse que os bombeiros não conseguiam achar Justin. Ela me perguntou se eu sabia onde ele poderia estar. Eu disse que não, mas que chegaria na escola o mais rápido possível.
Falei com meus pais. Eles não entendiam minha urgência. Eu estava fora de mim. Apenas a simples ideia de que Justin podia estar correndo perigo... Eu tinha que estar lá por ele, ele tinha de saber que eu me importava.
Cheguei à escola meia hora depois. Os bombeiros disseram que era perigoso entrar, mas a mãe de Justin me dissera que ainda não haviam achado o garoto. Eu invadi o prédio sem hesitar, sem que ninguém visse.
Corri por pelo menos cinco minutos. Metade das luzes estavam apagadas, e meu pânico era tão forte que desfocava minha visão. Meu cabelo escuro caía em minha boca, mas eu não tinha controle o suficiente para afastá-lo. Meus sapatos não eram confortáveis. Droga, se eu ao menos estivesse de tênis... Luzes desfocadas e corredores estreitos dançavam diante de meus olhos, e eu corria tão rápido e há tanto tempo que nem sequer sentia mais minhas pernas. Eu tinha apenas um pensamento em minha cabeça, a única coisa que me impediu de enlouquecer: Justin.
Foi então que o vi. Seu cabelo estava bagunçado e suas roupas estavam rasgadas, mas eu nem sequer me ative a isso. Havia um olhar em seu rosto que eu jamais vira, algo como um certo pânico animal, talvez até um pouco maníaco. Em sua mão esquerda, que tremia descontroladamente, havia um pedaço de papel. Na mão direita, uma arma. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, fazer qualquer coisa... Sequer pensar em algo para dizer, ele levantou a arma.
Um grito morreu em minha garganta quando ele pôs a arma na própria boca e puxou o gatilho.

Depois de algum tempo, encontrei o papel que vira em sua mão esquerda. Nele, estava escrita apenas uma frase, que reconheci ser na caligrafia de Justin: "Ninguém se importou o bastante para ficar".
Eu literalmente senti meu coração quebrar, o vazio invadindo meu corpo e me fazendo desabar. Eu o amava tanto. Mais do que podia colocar em palavras. No funeral dele havia mais de 200 pessoas. Ele achou que ninguém se importava. Eu vi pessoas chorando, gritando, implorando que ele voltasse... Ele achou que ninguém se importava. Todo mundo se importava.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Roteiro - Mandika


(Sam e Brianna estão sentadas na cama de Sam, conversando)
Brianna: Cadê a Maddie?
Sam (sem prestar muita atenção): Chuveiro.
Maddie (saindo do banheiro de roupão): Esse chuveiro é uma droga! Ou fica muito quente, ou muito frio, e água quente estraga totalmente a pele...
Sam (resmungando): Lá vem o discurso irritado de 57 minutos...
Maddie (séria): O que disse?
Brianna: Hm, quer sentar? Estávamos conversando... Certo, Sam?
(Sam resmunga algo ininteligível)

(Maddie se senta)
Maddie: Vocês viram a Tiffany por aí?
Brianna: Não... Mas lembro de ouvir Barbie falando que esperava que o desaparecimento dela envolvesse ursos famintos, maníacos da serra elétrica ou roupas psicóticas da estação passada.
Sam (sarcástica): Aterrorizador.
Brianna (fitando Sam): Sabe, aquele Luke está realmente a fim de você...
(Sam balança a cabeça em negação)
Sam: Não. Ele só quer saber o quanto não-certinha eu sou.
Brianna (hesitante): Como tem tanta certeza?
Sam: Conheço vários garotos como Luke (dá de ombros). Talvez isso responda à dúvida dele, afinal.
(Silêncio)
Maddie: Mas... Ele acha que a Sam está totalmente na do Josh
Sam (levemente irritada): Cale-se.
Maddie: Mas...
Sam (cortando-a): E essa suposição é ridícula (revira os olhos). Eu e Joshua mal nos suportamos.

Maddie: Mas ele é lindo (solta um risinho bobo).
Sam (bufando um pouco): Eu não o acho tão bonito.
(Barbie e Maddie fitam Sam, incrédulas)
(Silêncio)
Brianna (hesitante): Aquele David... Ele é fofo, não é?
Maddie (sorrindo levemente): Se você diz...
(Maddie e Brianna começam a falar sobre um assunto aleatório)
(Sam está distraída, sem prestar a mínima atenção)
Brianna: Mas por que o desafio de Josh era mais comprido do que a maioria dos outros?
(Ao ouvir o nome de Josh, Sam volta a prestar atenção)
Sam (indiferente): Chloe achou um prendedor de cabelo e eu e Joshua pulamos de um penhasco. Qual é o nexo disso?
Maddie (arregala os olhos, incrédula): Vocês fizeram O QUÊ?!
Sam (pausadamente, como se estivesse falando com uma criança): Pulamos. de um. penhasco.
(Maddie continua parecendo perturbada)
(Silêncio)
Maddie: Ainda não sei como a Tiffany continua aqui.
Sam: Se livrar de uma vaca é mais difícil do que parece (suspiro).
(Tiffany entra no quarto)
Tiffany: Deve ser por isso que você ainda não foi para casa.
(Sam suspira mais uma vez)
Sam: Sinto-me inclinada a dizer que você tem sérios problemas. E que a feira de cosplay é em Los Angeles, Paris Hilton. Se me dão licença, vou tomar um banho.
(Maddie lança olhar significativo para Tiffany)
(Corta)